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Senior compra sistema da Opentech e reforça estratégia de logística

fusões e aquisições

Senior anunciou a incorporação do sistema de TMS (Transportation Management Systems) da Opentech, em movimento que reforça a estratégia de soluções de logística da companhia.
Com a compra, a companhia passa a gerir a carteira de clientes de TMS da empresa de Joinville (SC) e, a partir de agora, todo o suporte do sistema Open TMS passa a ser realizado pela Senior.
O relacionamento dos clientes com a Opentech, no entanto, continua nas demais frentes de serviços e soluções oferecidos pela empresa. Além da incorporação da solução, a Senior também anuncia que a empresa joinvilense passa a ser um canal.


Carlenio Castelo Branco, CEO da Senior, explica que este movimento faz parte da estratégia da companhia, em busca de liderança e ampliação de mercado. “A Opentech tem uma história de reconhecimento na área de gerenciamento de risco e logística e a Senior tem se fortalecido no segmento. Este negócio visa reforçar nossa presença no setor e apoiar o crescimento da nossa oferta de soluções completas para logística. Iremos trabalhar para garantir qualidade de entregas e reforçamos que o nosso compromisso é com a oferta da melhor solução ao cliente”, apontou.
Duani Reis, CEO da Opentech, destaca a importância deste momento para a empresa. “A Senior tem uma trajetória de três décadas de sucesso e com certeza seguirá um atendimento de qualidade aos clientes desta vertical. Nós continuaremos focando nossa atuação nas demais linhas de negócio de gerenciamento de risco e gestão logística. Além disso, a Opentech se torna um canal da Senior”, avaliou. Com mais de 3 mil clientes em todo o país, a Opentech monitora mensalmente mais de 300 mil viagens no Brasil e Mercosul.
Além da incorporação da solução, a Senior pretende absorver a mão de obra dos profissionais que até então atuavam diretamente com o Open TMS. Todos os colaboradores envolvidos com a operação foram formalmente convidados a integrar o time da companhia, que tem unidade em Joinville.


Fonte: Computerworld

Hackers usam exploit da NSA para invadir computadores por roteador

HACKER

Há um ano, alguns mecanismos usados pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos vazaram na internet. Tais exploits eram ferramentas para espionagem e levantamento de informações. Com isso, centenas de milhares de computadores se tornaram vulneráveis a ataques hackers.

Nos últimos meses, a comunidade hacker tem emitido vários comunicados sobre como ransomwares e programas de mineração de criptomoedas eram inseridos em computadores usando essas ferramentas.

Agora, a empresa de segurança Akami descobriu uma nova vulnerabilidade em computadores que usam o conjunto de protocolos UPnP para entrar em redes privadas. Tais protocolos são usados tipicamente por mecanismos “Plug and Play”, que são criados sob um padrão universal. Assim, é possível que tais indivíduos maliciosos consigam entrar em roteadores e alterem algumas configurações.

Este já é um tipo de ataque comum, em que hackers modificam configurações da rede e deixam o usuário sem internet, por exemplo. Outra forma é espalhar malwares e spam usando a técnica. Ou seja, nenhuma delas de fato tinha acesso a computadores dos usuários.

Contudo, o que a Akami levantou é que hackers estão usando versões mais poderosas desses exploits para conseguir ir além e efetivamente ter acesso a máquinas ligadas a elas individualmente. Segundo o relatório da empresa, tais exploits seriam o EternalBlue e o EternalRed.

O primeiro era utilizado pela NSA como backdoor para acessar o Windows. O segundo tinha a mesma função, mas para aparelhos com Linux. Em suma, um backdoor é utilizado para ter acesso remoto a um dispositivo, explorando suas falhas. No caso, esta falha é do UPnP do roteador. Ambos exploits conseguem passar por barreiras do SMB, o tipo de protocolo usado nestes sistemas plug and play.

O novo ataque foi chamado pela empresa de EternalSilence exatamente por não dar nenhum sinal de alarme que ajude o usuário a monitorá-lo. A estimativa é de que 45 mil aparelhos em todo o mundo estejam sob ataque desta nova técnica. Contudo, o grupo acredita que há potencial para que se chegue na casa dos milhões.

A tendência, contudo, é de que novos roteadores passem a não ter mais este tipo de vulnerabilidade. Dessa forma, caso se perceba que o aparelho está sendo vigiado, a recomendação é para trocá-lo por um novo por questão de segurança.

O estudo completo está disponível no site da Akami.

 

Fonte: Akami

Rede de hotéis comunica roubo de dados de 500 milhões de hóspedes

Banco de dados da rede de hotéis foi alvo de uma invasão de sistema em 2014portifólio

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A rede de hotéis Marriott comunicou, nesta sexta-feira (30), um vazamento de informações pode ter atiportifóliongido até 500 milhões de hóspedes. O ataque hacker teria aproveitado uma brecha de segurança do sistema de reservas da rede Starwood, em 2014.

As investigações sobre um possível roubo de dados teriam começado após um alerta de segurança em setembro neste ano. Assim, descobriram que “uma parte não autorizada copiou e criptografou informações”.

Segundo o comunicado, 327 milhões de hóspedes tiveram dados pessoais acessados sem autorização, como nome, endereço, número de telefone, e-mail, número do passaporte, data de nascimento e registros de chegada e partida.

Para outros milhões de clientes, o roubo de dados foi além das informações pessoais. Nesses casos, dados bancários e datas de vencimento de cartões também foram obtidos irregularmente. A empresa afirma que os números dos cartões de crédito foram mantidos em segurança pela criptografia do banco de dados.

A Marriott irá enviar e-mails para os clientes afetados a partir desta sexta-feira.

“Ainda estamos investigando a situação, então não temos uma lista de hotéis específicos. O que sabemos é que isso só impactou a rede da Starwood”, disse o porta-voz da Marriott, Jeff Flaherty, à Reuters.

Um serviço de atendimento ao cliente foi criado especificamente para atender as vítimas do vazamento. Os hóspedes dos EUA também poderão solicitar a assinatura de um serviço de proteção contra fraudes por conta da rede de hotéis.

 

Fonte: R7