Category ArchiveTecnologia

Especialistas em TI estão insatisfeitos com as atualizações do Windows

Imagem de: Especialistas em TI estão insatisfeitos com as atualizações do Windows

Apesar dos esforços da Microsoft para tornar mais fluídas e apropriadas as atualizações do Windows, especialistas da área de tecnologia de informação não estão muito satisfeitos com a política de updates da gigante dos softwares. Prova disso é uma pesquisa feita pelo site PatchManagement.org, uma lista de email da qual participam diversos profissionais da área de TI empresarial.

A moderadora da página, Susan Bradley, é também uma especialista em redes e segurança e foi quem realizou a pesquisa. Com o alto índice de insatisfação em relação à política de atualizações de diferentes versões do Windows (7, 8 e 10) — 69% dos 1.138 participantes da enquete responderam “insatisfeito” ou “muito insatisfeito —, ela redigiu uma carta aberta direcionada a alguns figurões da Microsoft, inclusive o presidente Satya Nadella.

Bradley cita, por exemplo, 47 problemas identificados apenas no mês de julho após uma atualização do Windows. O pior, informa especialista em segurança, é que o update afetou especialmente algumas soluções da própria Microsoft, como os serviços SharePoint, Exchange e BizTalk.

Além disso, ela relata que 78% dos profissionais de TI empresarial consultados estão insatisfeitos com o lançamento de duas atualizações anuais do Windows 10. Para a maioria, o ideal é que houvesse mais espaço entre cada pacote lançado pela Microsoft no futuro. Vale mencionar que a vida de um profissional de TI com muitas máquinas para atualizar não deve ser exatamente simples com esse esquema adotado pela MS.

“Colapso no processo de testes”

Diante de um panorama desfavorável para os profissionais da TI, Bradley sugere que o sistema de testes da Microsoft, que deveria identificar esses problemas, pode ter sofrido um “colapso”.

“Parece que houve um colapso no processo de testes”, escreve. “O processo do Windows 10 Insider não consegue identificar problemas nos produtos lançados. Quando os seus próprios serviços falham com esses releases, fica claro que os processos de testes atuais não são bons o suficiente.”

Profissionais de TI estão insatisfeitos com o esquema de atualizações do Windows e pedem por mudanças

Bradley finaliza a sua carta aberta fazendo um apelo para que os responsáveis da Microsoft citados por ela tomem um tempo para analisar as reclamações de seus clientes a fim de rever as suas posições sobre o caso.

“Peço a vocês que tomem um tempo para ler as respostas”, registra a especialista em segurança. “Elas mostram que seus clientes responsáveis por corrigir e manter os sistemas não estão felizes com a qualidade das atualizações e com a cadência dos lançamentos de recursos e sentem que não podem continuar assim.”

O site Computerworld informa que um email recebido por Bradley indica que a carta escrita por ela foi repassada a uma equipe responsável, o que pode indicar possíveis mudanças no futuro. Até agora, porém, não houve qualquer resposta direta às demandas dos profissionais indicadas por ela.

 

FONTE: Computerwold

 

Falha no WhatsApp permite que ‘coloquem palavras na sua boca’, alertam especialistas em cibersegurança

Pesquisadores divulgaram ferramenta que exploram uma vulnerabilidade no WhatsApp

Uma ferramenta recém-lançada explora uma vulnerabilidade no WhatsApp e permite “colocar palavras na boca das pessoas”, segundo pesquisadores.

Uma equipe da empresa de segurança cibernética Checkpoint demonstrou como a ferramenta pode ser usada para alterar o texto dentro de mensagens citadas – ou seja, naquele recurso que permite citar uma mensagem previamente enviada para comentá-la ou reagir a ela com um emoji, por exemplo –, fazendo com que pareça que uma pessoa disse algo que não falou.

O pesquisador Oded Vanunu disse à BBC que a ferramenta possibilita que “agentes maliciosos” manipulem conversas na plataforma.

Procurado, o Facebook, que é dono do WhatsApp, afirmou que revisou o problema um ano atrás e “que é falso sugerir que há uma vulnerabilidade na segurança que oferecemos” no app de mensagens.

“O cenário descrito aqui é apenas”, continua a nota da empresa, “o equivalente a alterar respostas em uma troca de emails para fazer parecer algo que uma pessoa não disse”.

Nomes também alterados

A ferramenta foi demonstrada na Black Hat, uma conferência de segurança cibernética em Las Vegas, como continuação de uma pesquisa publicada pela Checkpoint no ano passado.

“É uma vulnerabilidade que permite que um usuário mal-intencionado crie notícias falsas e fraudes”, explicou o Vanunu.

A ferramenta possibilita manipular o recurso de citação do WhatsApp para parecer que alguém escreveu algo que jamais escreveu.

“Você pode mudar completamente o que alguém diz”, disse Vanunu. “Você pode manipular completamente todos os personagens da citação.”

Facebook, dono do WhatsApp, minimizou o problema apontado pelos pesquisadores

Facebook, dono do WhatsApp, minimizou o problema apontado pelos pesquisadores

Getty Images

A ferramenta também permite que um invasor altere como o remetente da mensagem é identificado, tornando possível atribuir um comentário a uma fonte diferente.

Uma terceira questão destacada pelos pesquisadores foi corrigida com sucesso pelo Facebook. Essa falha poderia levar os usuários a acreditar que eles estavam enviando uma mensagem privada para uma pessoa, quando, na verdade, sua resposta tinha ido para um grupo público.

Mas segundo Vanunu, o Facebook disse a eles que os outros problemas não poderiam ser resolvidos devido a “limitações de infraestrutura” no WhatsApp.

A tecnologia de criptografia usada pelo WhatsApp tornou extremamente difícil – talvez impossível – para a empresa monitorar e verificar a autenticidade das mensagens enviadas pelos usuários.

Outras possíveis medidas para acabar com os problemas identificados podem resultar em mudanças na usabilidade do aplicativo, disseram os pesquisadores.

Em sua nota, o Facebook também falou disso. “Precisamos ficar atentos ao fato de que endereçar as preocupações levantadas por esses pesquisadores poderia fazer o WhatsApp menos privado – como armazenando informações sobre a origem das mensagens”, afirmou a empresa.

Por que expor esse problema?

Quando questionado pela BBC sobre por que sua equipe lançaria uma ferramenta que tornasse mais fácil para os outros explorarem a vulnerabilidade, Vanunu defendeu a medida, dizendo que esperava que isso provocasse discussões.

“(O WhatsApp) atende 30% da população global. É nossa responsabilidade. Há um grande problema com notícias falsas e manipulação. Sua infraestrutura atende a mais de 1,5 bilhão de usuários.

“Não podemos deixar de lado e dizer: ‘Ok, isso não está acontecendo.'”

A disseminação de desinformação no WhatsApp tem sido uma das principais causas de preocupação, particularmente em países como a Índia e o Brasil, onde a desinformação levou a casos de violência e, em alguns casos, morte.

O WhatsApp fez alterações em sua plataforma em um esforço para reduzir a disseminação de desinformação, como a limitação do número de vezes que uma mensagem poderia ser encaminhada.

 

 

FONTE: R7

No Brasil, ameaças cibernéticas põem em risco 20% dos PCs domésticos

virus

No Brasil, quase 20% dos computadores domésticos estão expostos a ameaças cibernéticas. Em dispositivos corporativos, o risco diminui para 14,78%. Os dados são do Relatório Global de Riscos divulgados nesta quinta-feira (11) pela Avast.

A empresa de segurança digital ainda aponta que usuários domésticos do Windows 10 são os mais propensos a encontrarem um “ataque avançado” enovas ameaças criadas para burlar tecnologias comuns de proteção de software de segurança, como filtragem de URL, verificação de e-mail e assinaturas.

Apesar do alerta, os dados não são tão ruins assim: o Brasil não aparece na lista dos 10 países com maior risco de encontrar ameaças cibernéticas. Afeganistão (38,73%), Irã (37,49%) e China (32,27%) lideram o ranking.

O relatório foi criado a partir do banco de dados de detecção de ameaças da Avast. De acordo com a empresa, o Windows Vista parece ser o sistema operacional mais seguro da Microsoft. “Provavelmente devido ao fato do seu uso no mundo todo ter caído para cerca de 2%, tornando-o um alvo pouco atraente para os cibercriminosos”, explicou.

Os usuários domésticos do Windows Vista têm uma taxa de risco de ameaça abaixo de 10% para todas as ameaças e uma taxa de risco de 1,6% para ameaças avançadas. O mesmo acontece com os usuários corporativos: o risco de encontrar qualquer tipo de ameaça é de 7% e, o de se deparar com ameaças avançadas, apenas 1%.

“Os cibercriminosos criam ameaças que aproveitam as atividades realizadas pelos usuários domésticos e apostam que os consumidores estão menos conscientes sobre segurança digital”, disse o evangelista de segurança da Avast, Luis Corrons. “Por outro lado, as empresas geralmente têm políticas de navegação restritivas e equipes de TI dedicadas em manter as redes seguras. Em casa, sem perceber, podemos nos envolver com atividades online muito mais arriscadas e sem ter o mesmo nível de proteção”.

Usuários brasileiros também correm 7,26% de risco de serem vítimas de uma ameaça avançada. Nas empresas, o índice cai para 3,83%.

A Avast ainda classificou o percentual de risco de ameaças por estado. O Maranhão surge no topo com 23,94% de computadores residenciais expostos a qualquer ameaça. Já Alagoas está na liderança de dispositivos domésticos sob risco de ameaças avançadas (9,15%).

As empresas do estado do Amazonas são as mais propensas a serem vítimas de qualquer ameaça (20,73%). No Mato Grosso, 4,9% têm chance de encontrarem ameaças avançadas. Confira:

No ranking da Avast, dois países da América do Sul aparecem na lista das nações com empresas mais vulneráveis a ameaças. São eles: Venezuela (24,43%) e Peru (22,86%). Ainda assim, os países aparecem no final do ranking, que é liderado por Paquistão (36,15%), Vietnã (35,56%) e China (31,59%).

Os dados do relatório são de ameaças detectadas pela Avast em computadores de usuários de todo o mundo entre 11 de agosto e 9 de setembro de 2018. A empresa também informa que, para fornecer dados relevantes, levou em consideração dados de países, territórios e regiões com uma amostra de pelo menos 10 mil computadores pertencentes a usuários domésticos e de mil computadores usados por empresas.

“Para o cálculo das taxas de risco para este relatório, dividimos o número de computadores nos quais pelo menos uma ameaça foi bloqueada pelo número total de computadores ativamente protegidos pela Avast dentro do período de 30 dias”, comentou a empresa.

 

FONTE: CANALTEC

Setor de Tecnologia da Informação almeja crescimento em 2019


Em 2018, as estimativas para o mercado de tecnologia da informação foram otimistas. Segundo o Gartner, para este ano, a expectativa é que o setor movimente US$ 3,8 trilhões. Os números traduzem o sentimento de empresas dos mais variados setores, que enxergam em softwares e ferramentas específicas para o gerenciamento dos negócios, oferecidos por empresas de tecnologia, como uma alternativa para melhorar a eficiência na gestão dos negócios e reduzir custos em seus processos.
“No cenário atual, a tecnologia já desenvolve um trabalho essencial para aumentar a produtividade nas empresas, como ocorre na aplicação da Internet das Coisas (IoT) na Indústria 4.0 — que permite melhorar a produtividade, reduzir custos, controlar o processo produtivo e até mesmo customizar a produção” afirma Gilmar Tamanini, presidente daTeclógica, empresa de TI e negócios de Blumenau (SC). O executivo comenta ainda sobre a importância de tendências como a ampliação do Software como Serviço (SaaS):
“O modelo SaaS representa maior rentabilidade para os negócios por meio da escalabilidade e desempenho com atualizações facilitadas. Além disso, pode contar com os benefícios da mobilidade, permitindo a execução de tarefas de qualquer lugar”, ressalta Gilmar.
O Gartner também apresentou as tendências tecnológicas estratégicas para 2019, que impactam na maneira como percebemos e interagimos com a tecnologia e seu processo de transformação absoluta. Veja:

Softwares como Serviços (SaaS)
As aplicações de softwares SaaS, são forte tendência para o próximo ano. De fácil acesso, a modalidade possibilita ao usuário o acesso remoto de qualquer lugar. O Gartner estima que o software alcance 22% de crescimento ainda este ano, conquistando um aumento de 6% em relação aos demais modelos presentes no mercado.

Digitalização e armazenamento na nuvem
A sustentabilidade está sendo cada vez mais debatida e valorizada na sociedade. Por isso, a tendência é que as empresas apostem em soluções tecnológicas para diminuir o desperdício de papel.
Os acervos digitais são uma das principais apostas para o arquivamento de documentos, tornando a rotina das organizações mais eficiente e ágil. Segundo estimativas do Gartner, os processos de armazenamento na nuvem e serviços podem chegar a US $ 300 bilhões até 2021.


Novos investimentos em segurança

A tendência é que no próximo ano, as empresas apostem ainda mais em soluções de segurança cibernética. A tendência proporcionará às organizações e aos clientes, uma rápida e facilitada visualização das ameaças e riscos no ambiente online.

Aumento de produtividade com a Inteligência Artificial
Os aplicativos e softwares estão cada vez mais inteligentes e com capacidades e funcionalidades avançadas. Melhorando a experiência do usuário, a inteligência artificial e o machine learning prometem auxiliar as organizações a exercer as funções de maneira mais produtiva e eficiente.
O mercado de aplicativos continua em expansão. No próximo ano, os profissionais da tecnologia da informação irão desenvolver aplicativos orientados pela inteligência artificial. A previsão, é que no próximo ano, cerca de 40% dos projetos já sejam orientados e desenvolvidos pela AI.

Internet das Coisas (IoT)
Nos últimos anos, essa inovação vem ganhando cada vez mais espaço e conquistando aparelhos que antes funcionavam totalmente desconectados. O recurso se tornou um dos pilares da Indústria 4.0, revolucionando e contribuindo para que as organizações tenham mais rendimento produtivo, alta das vendas, atraindo mais clientes e proporcionando a diminuição de custos da empresa.
A expectativa é que a utilização deste recurso seja ainda maior nos próximos anos, até 2020, o Gartner estima que cerca de 95% dos aparelhos já estejam totalmente conectados à inovação.

Metodologia Ágil
Forte tendência para o próximo ano, a expansão da metodologia Ágil surge para auxiliar as empresas a potencializarem os negócios, inserindo mais agilidade e autonomia aos profissionais do setor da tecnologia da informação.

Segurança nas transações digitais
A segurança de dados e informações no ambiente virtual são temas pertinentes no mundo empresarial. Em 2019, a ferramenta Blockchain proporcionará às organizações a validação de transações ou registros com mais segurança nas transações digitais.



Fonte: ecommercenews

Senior compra sistema da Opentech e reforça estratégia de logística

fusões e aquisições

Senior anunciou a incorporação do sistema de TMS (Transportation Management Systems) da Opentech, em movimento que reforça a estratégia de soluções de logística da companhia.
Com a compra, a companhia passa a gerir a carteira de clientes de TMS da empresa de Joinville (SC) e, a partir de agora, todo o suporte do sistema Open TMS passa a ser realizado pela Senior.
O relacionamento dos clientes com a Opentech, no entanto, continua nas demais frentes de serviços e soluções oferecidos pela empresa. Além da incorporação da solução, a Senior também anuncia que a empresa joinvilense passa a ser um canal.


Carlenio Castelo Branco, CEO da Senior, explica que este movimento faz parte da estratégia da companhia, em busca de liderança e ampliação de mercado. “A Opentech tem uma história de reconhecimento na área de gerenciamento de risco e logística e a Senior tem se fortalecido no segmento. Este negócio visa reforçar nossa presença no setor e apoiar o crescimento da nossa oferta de soluções completas para logística. Iremos trabalhar para garantir qualidade de entregas e reforçamos que o nosso compromisso é com a oferta da melhor solução ao cliente”, apontou.
Duani Reis, CEO da Opentech, destaca a importância deste momento para a empresa. “A Senior tem uma trajetória de três décadas de sucesso e com certeza seguirá um atendimento de qualidade aos clientes desta vertical. Nós continuaremos focando nossa atuação nas demais linhas de negócio de gerenciamento de risco e gestão logística. Além disso, a Opentech se torna um canal da Senior”, avaliou. Com mais de 3 mil clientes em todo o país, a Opentech monitora mensalmente mais de 300 mil viagens no Brasil e Mercosul.
Além da incorporação da solução, a Senior pretende absorver a mão de obra dos profissionais que até então atuavam diretamente com o Open TMS. Todos os colaboradores envolvidos com a operação foram formalmente convidados a integrar o time da companhia, que tem unidade em Joinville.


Fonte: Computerworld