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No Brasil, ameaças cibernéticas põem em risco 20% dos PCs domésticos

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No Brasil, quase 20% dos computadores domésticos estão expostos a ameaças cibernéticas. Em dispositivos corporativos, o risco diminui para 14,78%. Os dados são do Relatório Global de Riscos divulgados nesta quinta-feira (11) pela Avast.

A empresa de segurança digital ainda aponta que usuários domésticos do Windows 10 são os mais propensos a encontrarem um “ataque avançado” enovas ameaças criadas para burlar tecnologias comuns de proteção de software de segurança, como filtragem de URL, verificação de e-mail e assinaturas.

Apesar do alerta, os dados não são tão ruins assim: o Brasil não aparece na lista dos 10 países com maior risco de encontrar ameaças cibernéticas. Afeganistão (38,73%), Irã (37,49%) e China (32,27%) lideram o ranking.

O relatório foi criado a partir do banco de dados de detecção de ameaças da Avast. De acordo com a empresa, o Windows Vista parece ser o sistema operacional mais seguro da Microsoft. “Provavelmente devido ao fato do seu uso no mundo todo ter caído para cerca de 2%, tornando-o um alvo pouco atraente para os cibercriminosos”, explicou.

Os usuários domésticos do Windows Vista têm uma taxa de risco de ameaça abaixo de 10% para todas as ameaças e uma taxa de risco de 1,6% para ameaças avançadas. O mesmo acontece com os usuários corporativos: o risco de encontrar qualquer tipo de ameaça é de 7% e, o de se deparar com ameaças avançadas, apenas 1%.

“Os cibercriminosos criam ameaças que aproveitam as atividades realizadas pelos usuários domésticos e apostam que os consumidores estão menos conscientes sobre segurança digital”, disse o evangelista de segurança da Avast, Luis Corrons. “Por outro lado, as empresas geralmente têm políticas de navegação restritivas e equipes de TI dedicadas em manter as redes seguras. Em casa, sem perceber, podemos nos envolver com atividades online muito mais arriscadas e sem ter o mesmo nível de proteção”.

Usuários brasileiros também correm 7,26% de risco de serem vítimas de uma ameaça avançada. Nas empresas, o índice cai para 3,83%.

A Avast ainda classificou o percentual de risco de ameaças por estado. O Maranhão surge no topo com 23,94% de computadores residenciais expostos a qualquer ameaça. Já Alagoas está na liderança de dispositivos domésticos sob risco de ameaças avançadas (9,15%).

As empresas do estado do Amazonas são as mais propensas a serem vítimas de qualquer ameaça (20,73%). No Mato Grosso, 4,9% têm chance de encontrarem ameaças avançadas. Confira:

No ranking da Avast, dois países da América do Sul aparecem na lista das nações com empresas mais vulneráveis a ameaças. São eles: Venezuela (24,43%) e Peru (22,86%). Ainda assim, os países aparecem no final do ranking, que é liderado por Paquistão (36,15%), Vietnã (35,56%) e China (31,59%).

Os dados do relatório são de ameaças detectadas pela Avast em computadores de usuários de todo o mundo entre 11 de agosto e 9 de setembro de 2018. A empresa também informa que, para fornecer dados relevantes, levou em consideração dados de países, territórios e regiões com uma amostra de pelo menos 10 mil computadores pertencentes a usuários domésticos e de mil computadores usados por empresas.

“Para o cálculo das taxas de risco para este relatório, dividimos o número de computadores nos quais pelo menos uma ameaça foi bloqueada pelo número total de computadores ativamente protegidos pela Avast dentro do período de 30 dias”, comentou a empresa.

 

FONTE: CANALTEC

Cvtech

Setor de Tecnologia da Informação almeja crescimento em 2019


Em 2018, as estimativas para o mercado de tecnologia da informação foram otimistas. Segundo o Gartner, para este ano, a expectativa é que o setor movimente US$ 3,8 trilhões. Os números traduzem o sentimento de empresas dos mais variados setores, que enxergam em softwares e ferramentas específicas para o gerenciamento dos negócios, oferecidos por empresas de tecnologia, como uma alternativa para melhorar a eficiência na gestão dos negócios e reduzir custos em seus processos.
“No cenário atual, a tecnologia já desenvolve um trabalho essencial para aumentar a produtividade nas empresas, como ocorre na aplicação da Internet das Coisas (IoT) na Indústria 4.0 — que permite melhorar a produtividade, reduzir custos, controlar o processo produtivo e até mesmo customizar a produção” afirma Gilmar Tamanini, presidente daTeclógica, empresa de TI e negócios de Blumenau (SC). O executivo comenta ainda sobre a importância de tendências como a ampliação do Software como Serviço (SaaS):
“O modelo SaaS representa maior rentabilidade para os negócios por meio da escalabilidade e desempenho com atualizações facilitadas. Além disso, pode contar com os benefícios da mobilidade, permitindo a execução de tarefas de qualquer lugar”, ressalta Gilmar.
O Gartner também apresentou as tendências tecnológicas estratégicas para 2019, que impactam na maneira como percebemos e interagimos com a tecnologia e seu processo de transformação absoluta. Veja:

Softwares como Serviços (SaaS)
As aplicações de softwares SaaS, são forte tendência para o próximo ano. De fácil acesso, a modalidade possibilita ao usuário o acesso remoto de qualquer lugar. O Gartner estima que o software alcance 22% de crescimento ainda este ano, conquistando um aumento de 6% em relação aos demais modelos presentes no mercado.

Digitalização e armazenamento na nuvem
A sustentabilidade está sendo cada vez mais debatida e valorizada na sociedade. Por isso, a tendência é que as empresas apostem em soluções tecnológicas para diminuir o desperdício de papel.
Os acervos digitais são uma das principais apostas para o arquivamento de documentos, tornando a rotina das organizações mais eficiente e ágil. Segundo estimativas do Gartner, os processos de armazenamento na nuvem e serviços podem chegar a US $ 300 bilhões até 2021.


Novos investimentos em segurança

A tendência é que no próximo ano, as empresas apostem ainda mais em soluções de segurança cibernética. A tendência proporcionará às organizações e aos clientes, uma rápida e facilitada visualização das ameaças e riscos no ambiente online.

Aumento de produtividade com a Inteligência Artificial
Os aplicativos e softwares estão cada vez mais inteligentes e com capacidades e funcionalidades avançadas. Melhorando a experiência do usuário, a inteligência artificial e o machine learning prometem auxiliar as organizações a exercer as funções de maneira mais produtiva e eficiente.
O mercado de aplicativos continua em expansão. No próximo ano, os profissionais da tecnologia da informação irão desenvolver aplicativos orientados pela inteligência artificial. A previsão, é que no próximo ano, cerca de 40% dos projetos já sejam orientados e desenvolvidos pela AI.

Internet das Coisas (IoT)
Nos últimos anos, essa inovação vem ganhando cada vez mais espaço e conquistando aparelhos que antes funcionavam totalmente desconectados. O recurso se tornou um dos pilares da Indústria 4.0, revolucionando e contribuindo para que as organizações tenham mais rendimento produtivo, alta das vendas, atraindo mais clientes e proporcionando a diminuição de custos da empresa.
A expectativa é que a utilização deste recurso seja ainda maior nos próximos anos, até 2020, o Gartner estima que cerca de 95% dos aparelhos já estejam totalmente conectados à inovação.

Metodologia Ágil
Forte tendência para o próximo ano, a expansão da metodologia Ágil surge para auxiliar as empresas a potencializarem os negócios, inserindo mais agilidade e autonomia aos profissionais do setor da tecnologia da informação.

Segurança nas transações digitais
A segurança de dados e informações no ambiente virtual são temas pertinentes no mundo empresarial. Em 2019, a ferramenta Blockchain proporcionará às organizações a validação de transações ou registros com mais segurança nas transações digitais.



Fonte: ecommercenews
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Senior compra sistema da Opentech e reforça estratégia de logística

fusões e aquisições

Senior anunciou a incorporação do sistema de TMS (Transportation Management Systems) da Opentech, em movimento que reforça a estratégia de soluções de logística da companhia.
Com a compra, a companhia passa a gerir a carteira de clientes de TMS da empresa de Joinville (SC) e, a partir de agora, todo o suporte do sistema Open TMS passa a ser realizado pela Senior.
O relacionamento dos clientes com a Opentech, no entanto, continua nas demais frentes de serviços e soluções oferecidos pela empresa. Além da incorporação da solução, a Senior também anuncia que a empresa joinvilense passa a ser um canal.


Carlenio Castelo Branco, CEO da Senior, explica que este movimento faz parte da estratégia da companhia, em busca de liderança e ampliação de mercado. “A Opentech tem uma história de reconhecimento na área de gerenciamento de risco e logística e a Senior tem se fortalecido no segmento. Este negócio visa reforçar nossa presença no setor e apoiar o crescimento da nossa oferta de soluções completas para logística. Iremos trabalhar para garantir qualidade de entregas e reforçamos que o nosso compromisso é com a oferta da melhor solução ao cliente”, apontou.
Duani Reis, CEO da Opentech, destaca a importância deste momento para a empresa. “A Senior tem uma trajetória de três décadas de sucesso e com certeza seguirá um atendimento de qualidade aos clientes desta vertical. Nós continuaremos focando nossa atuação nas demais linhas de negócio de gerenciamento de risco e gestão logística. Além disso, a Opentech se torna um canal da Senior”, avaliou. Com mais de 3 mil clientes em todo o país, a Opentech monitora mensalmente mais de 300 mil viagens no Brasil e Mercosul.
Além da incorporação da solução, a Senior pretende absorver a mão de obra dos profissionais que até então atuavam diretamente com o Open TMS. Todos os colaboradores envolvidos com a operação foram formalmente convidados a integrar o time da companhia, que tem unidade em Joinville.


Fonte: Computerworld
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Outernet: conheça a “internet” gratuita e acessível ao mundo inteiro


Em 2011, a Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou em público que o acesso à internet deve ser tratado como um direito humano. Se pensarmos nas utilidades da rede de uma forma mais abrangente, fica fácil entender o posicionamento da organização: a web é, atualmente, o meio de comunicação mais difundido e um dos mais confiáveis que um cidadão pode usufruir. Ela facilita o exercício da democracia, pode ser considerada uma excelente ferramenta educacional e é capaz de auxiliar o indivíduo em diversos momentos de sua vida.

Contudo, estima-se que 4,3 bilhões de pessoas ao redor do mundo não possuem acesso à internet e, consequentemente, não podem consumir informações da mesma forma que todos nós podemos. Seja por condições geográficas ou situação socioeconômica desfavorável, esses cidadãos não podem usufruir de livros gratuitos publicados na rede, informações meteorológicas, notícias sobre desastres, material jornalístico sem censura, conteúdo didático e tudo mais que estamos acostumados a encontrar em uma rápida pesquisa no Google.

Não é preciso pensar em países distantes e regiões remotas para entender essa situação – até mesmo aqui, no Brasil, uma conexão banda larga ainda é muito cara para boa parte da população. Além disso, internet é algo um tanto instável: todos nós corremos o risco de ficar sem informações digitais no caso de catástrofes naturais (um terremoto ou uma tempestade, por exemplo, pode danificar a infraestrutura de uma conexão cabeada ou antena de rede móvel). Sendo assim, temos aqui um grande problema: como oferecer informação digital de uma forma barata, acessível, estável e segura? A resposta pode estar na Outernet.

O que é a Outernet?

Fundada por Syed Karim, a Outernet é uma empresa e pode também ser encarada como um projeto social. Trata-se de uma espécie de “internet alternativa”, gratuita e oferecida por satélite, que visa levar informações digitais de alta relevância para regiões em que a rede convencional possui pouca penetração por motivos variados.

Seu esquema de funcionamento pode parecer um pouco complicado de início, mas o conceito como um todo é bastante simples e não utiliza quaisquer tipos de tecnologias mirabolantes – nas palavras da própria equipe responsável pelo projeto, a Outernet simplesmente utiliza recursos existentes da forma mais inteligente possível.

Primeiramente, o time de operações da Outernet seleciona conteúdos que ele considera importantes para a humanidade, como notícias, conteúdo educacional e outros materiais relevantes. Isso inclui não apenas páginas da web, mas também vídeos, músicas e até mesmo softwares (distribuições do Linux, por exemplo).

Esse amontoado de dados é batizado de “Core Archive”, ou “Arquivo Central”, em uma tradução livre. Junto com o Core Archive, os responsáveis pela Outernet selecionam também conteúdos sugeridos pelo público em geral (“Queue” ou “Fila”) e pagos para estar nessa coleção (“Sponsored” ou “Patrocinados”).

Uma vez que todas essas informações foram recolhidas, elas são tratadas em um database da própria Outernet, tornando-se mais leves e menos “quebradas” (uma página selecionada da Wikipédia não pode ter links para outras páginas não-selecionadas, por exemplo). Esse bloco massivo de dados é então enviado para satélites geoestacionários que pertencem à Outernet e retransmitido para a Terra.

Atualmente, a companhia conta com dois satélites que estavam abandonados e foram adaptados para essa finalidade: o Galaxy 19 e um Hot Bird. Essa dupla é capaz de transmitir informações para boa parte da Terra, mas o projeto prevê o lançamento de cubesats (satélites miniaturizados) para aumentar sua área de atuação.

Legal, mas o que eu faço com essa transmissão?

Chegamos na parte bacana da coisa: os sinais enviados pelos satélites da Outernet podem ser captados por um dispositivo receptor que transforma essa transmissão em uma rede WiFi. Conectando-se nessa rede através de um dispositivo qualquer – como um notebook, um celular ou um tablet –, você consegue navegar pelas informações do citadas anteriormente usando um navegador comum.

Esse receptor pode ser tanto um aparato que você mesmo é capaz de construir (é possível conferir tutoriais detalhados aqui) ou uma Lantern, um dispositivo minúsculo que está sendo financiado através do Indiegogo. Nesta fase de financiamento, uma Lantern custa US$ 99 (pouco mais de R$ 200), sendo que seu preço estimado no futuro é de US$ 150 (cerca de R$ 300).

O aparato é um tanto discreto, pode ser recarregado através da energia solar e, na fase de testes da Outernet, consegue receber até 2 MB de dados por dia dos satélites – se tudo der certo, no futuro, será possível receptar até 100 MB diários. O mais bacana é que, uma vez que o cidadão tenha uma Lantern, ele pode usar a Outernet o quanto quiser sem ter que pagar um único centavo por isso. O hardware tem seu custo, mas o serviço é completamente gratuito.

A Outernet quer substituir a internet convencional?

De forma alguma. Como você deve ter reparado, a Outernet possui uma série de limitações – ela não permite que você faça transferência de dados em tempo real, impossibilitando o uso de mensageiros instantâneos e redes sociais, por exemplo. Além disso, a taxa de atualização dos conteúdos transmitidos é bem lenta – o Core Archive é atualizado semanalmente, salvo em situações emergenciais (notícias sobre catástrofes de importância mundial, por exemplo).

Dessa forma, a Outernet deve ser encarada como uma verdadeira biblioteca digital gratuita e que está sempre disponível aos seus usuários (já que transmissões por satélites dificilmente sofrem interrupções). Vale observar que o sinal da Outernet já pode ser captado por receptores caseiros, mas a Lantern deve ser enviada aos seus devidos compradores somente em julho do ano que vem. 

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Google oferecerá segurança extra para usuários de ‘alto risco’

Pixabay

A Google anunciou nesta terça-feira (17) que vai oferecer mais segurança para os usuários de “alto risco” que podem ser alvos frequentes de ciberataques.

O gigante tecnológico americano disse que qualquer usuário com uma conta do Google poderá se inscrever nesta nova “proteção avançada”, mas observou que esses usuários terão que “trocar um pouco de conveniência” por esta segurança extra.

“Demos este passo incomum porque existe uma minoria ignorada de usuários que correm um alto risco de ser alvos de ataques on-line”, aponta uma publicação do blog de segurança da Google.

“Podem ser, por exemplo, funcionários de uma campanha eleitoral que estejam se preparando para eleições próximas, jornalistas que tenham que proteger a confidencialidade das suas fontes ou pessoas que estejam em relações abusivas e busquem segurança”, acrescentou.

A Google requererá que tais usuários entrem em suas contas com um dispositivo USB, que será parte de uma autenticação de dois passos para prevenir acessos fraudulentos.

“Um hacker que não tenha a sua chave de segurança é automaticamente bloqueado, mesmo que tenha a sua senha”, indica o texto.

A Google proporcionará, além disso, supervisão adicional para essas contas e acesso limitado a aplicativos sensíveis, com o objetivo de protegê-las de falsificações e “phishing” – o uso da fraude para conseguir informações confidenciais como nomes de usuários, senhas, dados bancários e números de cartões de crédito.

“Às vezes, até os usuários mais cuidadosos e mais conscientes da segurança são atacados com sucesso através de fraudes de phishing, especialmente se estão direcionadas individualmente ao usuário em questão”, indicou a companhia.

Um dos casos de ataque de phishing mais conhecidos é o do diretor da campanha eleitoral de Hillary Clinton, John Podesta, cuja conta foi hackeada, gerando uma série de vazamentos comprometedores.

 

Fonte: MundoBit

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